Paris 06.2022 Palais Garnier
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Tuesday, July 22, 2025
Soirée Balanchine (Opéra de Paris, 2016)
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| Violin Concerto (1972) Coreografia de George Balanchine Música de Igor Stravinsky |
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| Mozartiana (1981) Coreografia de George Balanchine Música de Piotr Ilyitch Tchaikovski |
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| Brahms-Schönberg Quartet (1966) Coreografia de George Balanchine Música de Johannes Brahms e Arnold Schönberg |
Paris 11.2016 Opéra de Paris - Palais Garnier
Hofesh Shechter
Para mim a admiração do trabalho de Hofesh Shechter começou neste espectáculo. Terei visto uma obra dele? É provável... O Corpo de Ballet de l'Opéra de Paris fez suas duas obras importantes do coreógrafo israelita: Uprising e In Your Rooms. Peças cheias de som e fúria (foram-me dados uns tampões para os ouvidos) que reflectem a vida quotidiana da sua terra, em permanente conflito civil. Excelente. Paris 03.2022 Palais Garnier 4/5
Le Ballet de L'Opéra de Paris (Ivor Guest, 1976)
Le Ballet de L'Opera de Paris (Flammarion, 1976) é uma obra de referência sobre a mais antiga companhia de ballet do mundo. Uma instituição venerável que felizmente está bem ativa. PV 2021 5/5
Tuesday, June 24, 2025
Tuesday, April 8, 2025
Thursday, March 6, 2025
DON QUICHOTTE
Don Quichotte (Noureev)
música de Ludwig Minkus
coreografia de Rudolf Noureev
(a partir de Marius Petipa e Alexandre Gorski)
com
Dorothée Gilbert (Kitri/Dulcineia)
Paul Marque (Basilio)
Aethus Raveau (Espada)
&
Ballet de l'Opéra de Paris
Orchestre de l’Opéra National de Paris
maestro: Valery Ovsyanikov
12.2017
12.2017
Sunday, February 23, 2025
O QUEBRA-NOZES
O Quebra-Nozes (Royal Ballet, 2016)
Em boa hora o cinema Majestic Passy retransmitiu o bailado Quebra-Nozes, apresentado nas últimas semanas em Covent Garden, Londres. Já conhecia esta produção inglesa, simplesmente perfeita. O evento foi em si simpático: houve um breve espetáculo de ballet por jovens bailarinas antes da retransmissão, e no intervalo, serviram um buffet de canapés e sanduíches com champanhe. Fiquei fã. Paris 01.2017 Covent Garden 5/5
O ESPETÁCULO (2016)
Soirée Tchaikovsky/Tcherniakov na Opéra de Paris
A Ópera de Paris teve a excelente ideia de apresentar numa única sessão a última ópera e o último ballet de Tchaikovsky, respetivamente Iolanta e O Quebra-Nozes. Essa opção é historicamente fundamentada pois as duas obras foram criadas na mesma noite em São Peterburgo. Que obras maravilhosas! É o milagre da Arte. Numa noite uma obra lírica e outra coreográfica foram lançadas para encantar não só o público contemporâneo mas também as gerações futuras. E em 2016 continuamos apaixonados por criações tão antigas. O libreto de Iolanta foi escrito pelo irmão do compositor, Modest, que se baseou numa peça dinamarquesa sobre uma princesa cega que desconhecia ser cega e ser princesa. O drama surge quando Iolanta terá de reconhecer a sua cegueira para que a cirurgia tenha efeito. Será o amor por um desconhecido que provocará o desenlace feliz. Parece pois uma variante da Bela Adormecida. O primeiro quadro, inteiramente feminino, é de um lirismo comovente. Os quadros seguintes mantêm por momentos esse lirismo mas apresentam cenas dramáticas. Seja como for, o encenador optou por um único cenário e por uma representação naturalista que resultou muito.
Com o Quebra-Nozes as coisas foram muito diferentes. Para muitos foi um choque desagradável encontrar ao som da partitura de Tchaikovsky uma coreografia moderna (de Arthur Pita, Édouard Lock e Sidi Larbi Cherkaoui) com vídeo e tudo. Por vezes sublime outras irritante, a produção desconcertou o público. O argumento original foi alterado mas foi a dança que mudou completamente. Os dançarinos pareciam ter sido atacados por sarna, tão rápidos eram os movimentos repetitivos dos membros em torno do corpo. O problema é que imaginamos por trás destes movimentos a coreografia clássica e virtuosa que pertence à tradição e à memória feliz do fã de ballet. Pessoalmente o que posso acrescentar é que não gostaria de voltar a ver este Quebra-Nozes mas à primeira oportunidade verei o velho e conhecido Quebra-Nozes de Tchaikovsky e Petipa. Paris 03.2016 NOTA 4/5
Já conhecia muito bem o Quebra-Nozes de Tchaikovsky, quase 90 minutos com a melhor música deste compositor russo, pelo menos a minha preferida. Foi composta para o famoso ballet de Lev Ivanov mas em si é uma obra-prima musical e o elemento forte do ballet. Já este, no entanto, conheço menos bem. Apenas o conhecia da televisão e nada mudou porque na semana passada revi-o numa sala de cinema, numa transmissão em direto a partir de Covent Garden. Mas em março, finalmente, poderei assistir ao Quebra-Nozes em palco, em Paris (será o meu presente de aniversário).
Anne Marie de KEERSMAEKER
Anne Marie de Keersmaeker na Opéra de Paris, maio de 2018
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| Quatuor nr.4 (1986) coreografia de Anne Marie de Keersmaeker música de Béla Bartok |
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| Die Grosse Fuge (1992) coreografia de Anne Marie de Keersmaeker música de Ludwig van Beethoven |
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| Verklärte Nacht (1995) coreografia de Anne Marie de Keersmaeker música de Arnold Schönberg |
Sunday, December 29, 2024
A MIDSUMMER NIGHT'S DREAM (1962)
A Opéra de Paris estreou A Midsummer Night’s Dream na famosa coreografia que George Balanchine fez para o New York City Ballet em 1962. Pode-se dizer que se trata de uma das mais belas adaptações de uma obra de William Shakespeare, neste caso sublimada pelo génio de Christian Lacroix, que se ocupou do cenário e dos figurinos. Com música de Felix Mendelssohn-Bartholdy, o espetáculo foi simplesmente perfeito. Paris 03.2017 ONP Garnier? 5/5
Wednesday, July 10, 2024
Kontakthof (2022)
Peça célebre de teatro-dança de Pina Bausch, que conta três versões desde a criação em 1978. A primeira com os dançarinos do grupo de Wuppertal, a segunda e a terceira com idosos e adolescentes. Em dezembro de 2022 torna-se a terceira obra de Pina a entrar no repertório do Ballet de l'Opéra de Paris. A peça decorre num salão de dança como os que dominavam antes da era rock. Homens e mulheres separados por códigos rígidos de vestuário, atitude e movimento. Mas a modernidade do gesto de Pina Bausch é muito evidente e a beleza do ser humano, física e psicológica, tem o primeiro plano nesta obra maravilhosa. Paris, dezembro de 2022 ONP Garnier 4/5
Cri du Cœur (2022)
Desilusão. Ou não, pois não tinha qualquer ideia do que ia ver. Uma peça de teatro-dança de três horas, à maneira de Pina Bausch, mestre inimitável do género. Conta a história de uma jovem do corpo do Ballet de Paris que tem uma doença grave, aliás muitos dos bailarinos não estão na melhor forma psicológica e reúnem-se em sessões de entreajuda. Quando dançam, vemos coisas maravilhosas, mas o espetáculo é claramente desiquilibrado. Muito teatro e texto, muita mudança de cenários, pouca dança. Coreografia de Alan Lucien Øyen. Paris, outubro de 2022 Opéra Garnier 2,5/5
Pina Bausch & George Balanchine exaltantes
Perante a força e a beleza da Sagração da Primavera, música de Stravinsky e coreografia de Pina Bausch, as outras peças apresentadas pelo Ballet de l'Opéra de Paris empalidecem um pouco. Mas houve um grande Balanchine, Agon (1957), e uma criação que me deixou indiferente: Grand Miroir, de Saburo Teshigawara. Paris, novembro de 2017 4/5
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| Pina Bausch (Le Sacre du printemps, 1975) |
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| George Balanchine (Agon, 1957) |
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| Saburo Teshigawara (Grand Miroir, 2017, criação) |
Tuesday, July 9, 2024
Le Rouge et le Noir (2021)
Le Rouge et le Noir (Pierre Lacotte, 2021)
Um bailado ambicioso de Pierre Lacotte, baseado no clássico de Stendhal. Muitos quadros distribuídos por três actos para contar a história de Julien Sorel e as suas aventuras amorosas na alta sociedade francesa. Paris 2021 Palais Garnier 4/5
Hommage à Jerome Robbins (2018)
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| Glass Pieces (1983), música de Philip Glass |
Esta homenagem a Jerome Robbins apresenta quatro peças coreografadas no início (Fancy Free, 1944) e no fim (A Suite of Dances, 1994) da sua carreira. Mas foram as duas últimas obras apresentadas, L'après-midi d'un faune (1953) e Glass Pieces (1983), que mais me entusiasmaram. Sobretudo Glass Pieces, muito por causa da incrível música de Philip Glass. Paris, novembro 2018 Ballet da Opéra de Paris, Palais Garnier 4/5
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| L'après-midi d'un faune (1953), música de Debussy |
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| Fancy Free (1944), música de Leonard Bernstein |
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| A Suite of Dances (1994), música de Bach |
LA BELLE AU BOIS DORMANT (1890)
A OBRA (Marius Petipa, 1890)
O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)
Ballet de l'Opéra de Paris VISTO Paris 07.04.2025 Opéra Bastille
O ESPETÁCULO (2020)
Quase sempre dou nota máxima aos espetáculos de ballet que recuperam os grandes clássicos. A Bela Adormecida é um desses grandes clássicos, com coreografia original de Marius Petipa (1890), atualizada por Frederick Ashton, Anthony Dowell e Christopher Wheeldon e música de Tchaikovski. Vi a transmissão em direto no cinema Publicis (Paris) de uma representação a decorrer no Covent Garden (Londres). A produção retoma a clássica produção (1946) de Ninette de Valois e Nicholas Sergeyev que inaugurou o Covent Garden no pós-guerra. Atuaram ontem Fumi Kaneko (Pricesse Aurora) e Federico Bonelli (Prince Florimond). Paris, janeiro de 2020, cinema Publicis/Covent Garden 5/5
O ESPETÁCULO (Bastille, 2016)
Quando vejo um ballet com música de Tchaikovski, estão garantidos dois espetáculos: o que vem do fosso da orquestra e o que vemos no palco. Ambos são gratificantes. La Belle au Bois dormant é um clássico absoluto do Ballet, com coreografia original de Marius Petipa (1890). Esta coreografia foi revista há pouco por Alexei Ratmansky para o American Ballet Theatre, que se apresentou na Opéra de Bastille em setembro de 2016.
BIBLIOTECA:
PROGRAMME
Opéra National de Paris, mars 2025
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Leituras 2025
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