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Thursday, July 17, 2025

Dança no Covent Garden

Strapless
Coreografia: Christopher Wheeldon (2016)
Música: Mark-Anthony Turnage
The Vertiginous Thrill of Exactitude
Coreografia: William Forsythe
Criação: Ballet Frankfurt, 1996
Música: Schubert
Tarantella
Coreografia: Georges Balanchine
Música: Louis Moreau Gottschalk (Grande Tarantelle)
Symphonic Dances
Coreografia: Liam Scarlett (2017)
Música: Rachmaninoff (Symphonic Dances)

Royal Opera House, 05.2017

Dança: Novos coreógrafos no Palais Garnier (2017)

Este foi o programa de dança menos interessante que já vi no Palais Garnier. Quatro peças de jovens coreógrafos que pertencem ao Corpo de Ballet da Opéra de Paris. Talvez tivesse sido melhor apresentar estas coreografias com outras peças clássicas do século XX, ao longo do ano. A qualidade foi obviamente desigual, mas nenhuma das peças me marcou. Paris 06.2017 Palais Garnier 2/5

Sunday, February 23, 2025

Alexander EKMAN

PLAY (2017) 
O sueco Alexander Ekman fez do palais Garnier um playground. Um jogo que durou quase duas horas. O momento mais espetacular foi a chuva de ervilhas gigantes, que fez a alegria das crianças... isto é dos bailarinos. Uma peça de dança-teatro com humor e por vezes melancolia. Paris 12.2017 3/5

Sunday, December 29, 2024

A MIDSUMMER NIGHT'S DREAM (1962)

 
A Opéra de Paris estreou A Midsummer Night’s Dream na famosa coreografia que George Balanchine fez para o New York City Ballet em 1962. Pode-se dizer que se trata de uma das mais belas adaptações de uma obra de William Shakespeare, neste caso sublimada pelo génio de Christian Lacroix, que se ocupou do cenário e dos figurinos. Com música de Felix Mendelssohn-Bartholdy, o espetáculo foi simplesmente perfeito. Paris 03.2017 ONP Garnier? 5/5

DVDTECA


Wednesday, July 10, 2024

Pina Bausch & George Balanchine exaltantes

Perante a força e a beleza da Sagração da Primavera, música de Stravinsky e coreografia de Pina Bausch, as outras peças apresentadas pelo Ballet de l'Opéra de Paris empalidecem um pouco. Mas houve um grande Balanchine, Agon (1957), e uma criação que me deixou indiferente: Grand Miroir, de Saburo Teshigawara. Paris, novembro de 2017 4/5
Pina Bausch (Le Sacre du printemps, 1975)
George Balanchine (Agon, 1957)
Saburo Teshigawara (Grand Miroir, 2017, criação)