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Thursday, July 25, 2024

Programme Jerome Robbins (2023)

Programme Jerome Robbins (2023)
Leituras 2023
BIBLIOTECA F

Jerome Robbins (1993)

 

Spectacle de Jerome Robbins

Programme ONP 1993

BIBLIOTECA


Balanchine & Robbins (2003)

 
Balanchine & Robbins (2003)
Programa da ONP 2003/2004
BIBLIOTECA

Millepied e Robbins brilham no Palais Garnier (2016)

 
Abrindo o programa de ballet do Palais Garnier, Jérôme Bel propôs Tombe, que desconcertou o público. Entre teatro e dança, foi mais uma entrada do que um prato principal e foi sem surpresa assobiada e pouco aplaudida pelo público. Depois da não-dança de Bell, Benjamin Millepied, diretor demissionário da dança da Opéra de Paris, apresentou La nuit s'achève (2016), uma bela coreografia para três casais e os seus jogos de amor, sobre a sonata Appassionata de Beethoven. Foi muito aplaudido, sobretudo por ser o seu adeus a esta casa. 
Para o fim o melhor: The Goldberg Variations de Bach por Jerome Robbins (1971). Dezenas de dançarinos em palco para interpretar uma peça de 80 minutos em que Robbins tenta um contraponto coreográfico à poesia de Bach. Robbins utiliza o vocabulário coreográfico clássico com uma liberdade moderna e do princípio ao fim, os séculos XX e XVIII dialogam para produzir uma das coreografias mais belas que conheço. Paris 02.2016 Palais Garnier 5/5

Ratmansky Balanchine Robbins Peck (2016)

 
O recente programa de dança da Opera de Paris é marcado pela sobriedade. Nada de peças narrativas, nem adereços nem cenários. Apenas um piano sobre o palco para a interpretação das obras de Scarlatti, Chopin, Stravinsky e Glass. A primeira parte representa a dança do século XX devedora do Romantismo clássico. Seven Sonatas (2009), com coreografia de Alexei Ratmansky, e Other Dances (1976), coreografado por Jerome Robbins, apresentam casais que dançam juntos ou a solo exprimindo acima de tudo o amor. No fundo são coreografias marcadas pela graciosidade e rêverie que vêm desde Giselle e que continuam a inspirar coreógrafos, bailarinos e... público. Na segunda parte, a música do século XX (Stravinsky e Glass) inspirou coreografias de George Balanchine (Duo Concertant, 1972) e Justin Peck (In Creases, 2012) que não buscam necessariamente uma beleza clássica do movimento, introduzindo elementos de humor e de teatro e momentos em que o grupo e não o casal é o centro da ação. O fã de ballet sai consolado de uma soirée destas. Paris 03.2016 Palais Garnier 5/5

Ravel dançado (2017)

Excelente programa de três peças coreografadas por Balanchine, Robbins e Cherkaoui/Jalet, todas inspiradas pela música de Ravel. Paris 05.2017 ONP 5/5


Boléro (Ballet de l'Opéra national de Paris, 2013)
Música de Maurice Ravel
Coreografia de Sidi Larbi Cherkaoui e Damien Jalet
Opéra de Paris (2017)
En sol (New York City Ballet, 1975)
Coreografia de Jerome Robbins,
Música de Maurice Ravel
Ballet de l'Opéra de Paris
(2010 & 2017)

Tuesday, July 9, 2024

Hommage à Jerome Robbins (2018)

Glass Pieces (1983), música de Philip Glass
Esta homenagem a Jerome Robbins apresenta quatro peças coreografadas no início (Fancy Free, 1944) e no fim (A Suite of Dances, 1994) da sua carreira. Mas foram as duas últimas obras apresentadas, L'après-midi d'un faune (1953) e Glass Pieces (1983), que mais me entusiasmaram. Sobretudo Glass Pieces, muito por causa da incrível música de Philip Glass. Paris, novembro 2018 Ballet da Opéra de Paris, Palais Garnier 4/5
L'après-midi d'un faune (1953), música de Debussy

Fancy Free (1944), música de Leonard Bernstein

A Suite of Dances (1994), música de Bach

Thursday, July 4, 2024

Noite de ballet no Royal Opera House (2014)

 

The Dream (Frederick Ashton, 1964)

A noite começou com The Dream, um clássico de Frederick Ashton, que teve hoje o desempenho fabuloso de Steven McRae no papel de Oberon (na foto). A música é de Felix Mendelssohn, e tem Laura Morera e Steven McRae nos protagonistas. Foi criado em 1964, pela mesma companhia Royal Opera Ballet.
Connectome (Alastair Marriott, 2014)

Em seguida, vimos Connectome, que foi a estreia absoluta deste triplo programa de ballet. A coreografia de Alastair Marriott e a música de Arvo Part são excelentes, mas quem brilhou mesmo foi Natalia Osipova na protagonista.
The Concert (Jerome Robbins, 1956)

Por fim, The Concert (1956), de Jerome Robbins, com música de Chopin, é a mais divertida coreografia que vi nos palcos, em tempos em Paris, agora em Londres. O sonho (a rêverie, a fantasia) tem um peso importante neste trabalho de Robbins: um grupo de espetadores prepara-se para assistir a um concerto de piano e cada um reage e vive a música de forma diferente. Ri até às lágrimas.

Noite de ballet no Royal Opera House, novembro 2014