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Wednesday, July 10, 2024

Pina Bausch & George Balanchine exaltantes

Perante a força e a beleza da Sagração da Primavera, música de Stravinsky e coreografia de Pina Bausch, as outras peças apresentadas pelo Ballet de l'Opéra de Paris empalidecem um pouco. Mas houve um grande Balanchine, Agon (1957), e uma criação que me deixou indiferente: Grand Miroir, de Saburo Teshigawara. Paris, novembro de 2017 4/5
Pina Bausch (Le Sacre du printemps, 1975)
George Balanchine (Agon, 1957)
Saburo Teshigawara (Grand Miroir, 2017, criação)

Tuesday, July 9, 2024

Hommage à Jerome Robbins (2018)

Glass Pieces (1983), música de Philip Glass
Esta homenagem a Jerome Robbins apresenta quatro peças coreografadas no início (Fancy Free, 1944) e no fim (A Suite of Dances, 1994) da sua carreira. Mas foram as duas últimas obras apresentadas, L'après-midi d'un faune (1953) e Glass Pieces (1983), que mais me entusiasmaram. Sobretudo Glass Pieces, muito por causa da incrível música de Philip Glass. Paris, novembro 2018 Ballet da Opéra de Paris, Palais Garnier 4/5
L'après-midi d'un faune (1953), música de Debussy

Fancy Free (1944), música de Leonard Bernstein

A Suite of Dances (1994), música de Bach

Thursday, July 4, 2024

Noite de ballet no Royal Opera House (2014)

 

The Dream (Frederick Ashton, 1964)

A noite começou com The Dream, um clássico de Frederick Ashton, que teve hoje o desempenho fabuloso de Steven McRae no papel de Oberon (na foto). A música é de Felix Mendelssohn, e tem Laura Morera e Steven McRae nos protagonistas. Foi criado em 1964, pela mesma companhia Royal Opera Ballet.
Connectome (Alastair Marriott, 2014)

Em seguida, vimos Connectome, que foi a estreia absoluta deste triplo programa de ballet. A coreografia de Alastair Marriott e a música de Arvo Part são excelentes, mas quem brilhou mesmo foi Natalia Osipova na protagonista.
The Concert (Jerome Robbins, 1956)

Por fim, The Concert (1956), de Jerome Robbins, com música de Chopin, é a mais divertida coreografia que vi nos palcos, em tempos em Paris, agora em Londres. O sonho (a rêverie, a fantasia) tem um peso importante neste trabalho de Robbins: um grupo de espetadores prepara-se para assistir a um concerto de piano e cada um reage e vive a música de forma diferente. Ri até às lágrimas.

Noite de ballet no Royal Opera House, novembro 2014