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Thursday, March 6, 2025

DON QUICHOTTE

 
Don Quichotte (Noureev)
música de Ludwig Minkus 
coreografia de Rudolf Noureev
(a partir de Marius Petipa e Alexandre Gorski)
com
Dorothée Gilbert (Kitri/Dulcineia) 
Paul Marque (Basilio) 
Aethus Raveau (Espada)
&
Ballet de l'Opéra de Paris
Orchestre de l’Opéra National de Paris 
maestro: Valery Ovsyanikov
12.2017

Wednesday, December 18, 2024

PAQUITA (1846)

A OBRA

COREOGRAFIA: Joseph Mazilier MÚSICA: Edmé-Marie-Ernest Deldevez LIBRETO: Paul Foucher e Joseph Mazilier INTÉRPRETES: Carlotta Grisi (Paquita), Lucien Petipa (Lucien d'Hervilly) CRIAÇÃO: Paris 1.04.1846 Opéra National de Paris

COREOGRAFIA: Marius Petipa, Joseph Mazilier MÚSICA: Edmé-Marie-Ernest Deldevez e Ludwig Minkus CRIAÇÃO: Rússia

COREOGRAFIA: Pierre Lacotte, baseado nas coreografias de Marius Petipa e Joseph Mazilier MÚSICA: Edmé-Marie-Ernest Deldevez e Ludwig Minkus CRIAÇÃO: Paris 25.01.2001 Opéra National de Paris

O ESPETÁCULO

COREOGRAFIA: Pierre Lacotte, baseado nas coreografias de Marius Petipa e Joseph Mazilier MÚSICA: Edmé-Marie-Ernest Deldevez e Ludwig Minkus VISTO: Paris 18.12.2024 Opéra National de Paris (Bastille) INTÉRPRETES: Léonore Baulac (Paquita), Marc Moreau (Lucien d'Hervilly), Pablo Legasa (Iñigo) 


Tuesday, July 9, 2024

LA BELLE AU BOIS DORMANT (1890)

A OBRA (Marius Petipa, 1890)


O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)

Ballet de l'Opéra de Paris VISTO Paris 07.04.2025 Opéra Bastille


O ESPETÁCULO (2020)

Quase sempre dou nota máxima aos espetáculos de ballet que recuperam os grandes clássicos. A Bela Adormecida é um desses grandes clássicos, com coreografia original de Marius Petipa (1890), atualizada por Frederick Ashton, Anthony Dowell e Christopher Wheeldon e música de Tchaikovski. Vi a transmissão em direto no cinema Publicis (Paris) de uma representação a decorrer no Covent Garden (Londres). A produção retoma a clássica produção (1946) de Ninette de Valois e Nicholas Sergeyev que inaugurou o Covent Garden no pós-guerra. Atuaram ontem Fumi Kaneko (Pricesse Aurora) e Federico Bonelli (Prince Florimond). Paris, janeiro de 2020, cinema Publicis/Covent Garden 5/5

O ESPETÁCULO (Bastille, 2016)
 
Quando vejo um ballet com música de Tchaikovski, estão garantidos dois espetáculos: o que vem do fosso da orquestra e o que vemos no palco. Ambos são gratificantes. La Belle au Bois dormant é um clássico absoluto do Ballet, com coreografia original de Marius Petipa (1890). Esta coreografia foi revista há pouco por Alexei Ratmansky para o American Ballet Theatre, que se apresentou na Opéra de Bastille em setembro de 2016.



BIBLIOTECA:

PROGRAMME 
Opéra National de Paris, mars 2025
BIBLIOTECA F
Leituras 2025

Wednesday, July 3, 2024

The Sleeping Beauty (2017)

The Sleeping Beauty (Covent Garden, 2017)
Desta vez o título do famoso ballet de Tchaikovsky/Petipa vai em inglês porque a produção que vi hoje pertence ao Royal Ballet, de Londres. Como sempre acontece com os ballets clássicos a sala do Covent Garden tem estado esgotada, por todo o lado o fenómeno repete-se: as pessoas querem ver os clássicos. Quanto à Bela Adormecida, só me ocorre dizer que este famoso conto parece ter sido pensado como argumento de ballet, de tão natural é a sua transposição para o mundo do ballet romântico. Os três primeiros actos correspondem à história que todos conhecemos, mas o último acto faz entrar para um baile apoteótico (que festeja o casamento de Aurora) várias das personagens dos contos maravilhosos, como o Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau. 
Londres: Covent Garden 5/5

Tuesday, July 2, 2024

Le Lac des Cygnes (Bastille, 2024)

Le Lac des Cygnes (Bastille, 2024)

Programme de Spectacle  

SOMMAIRE: 

En quelques mots 

Synopsis 

Repères 

Un livret romantique, par Hélène Laplace-Claverie

 Sobre o valor do libreto, a par da música de Tchaikovsky e da coreografia de Petipa e Ivanov, na consagração do ballet como clássico absoluto.  

Le cygne se change en une pricesse, par Alexandre Pouvhkine 

Le rêve de Tchaïkovski, par Guy Erisman 

Dans le sillage de Petipa, la relecture de Noureev, par Aurélie Bergerot 

Portfolio 

Le Lac des cygnes, entre répertoire et modernité, par Sylvie Jacq-Mioche 

Des cygnes blancs, les ailes ouvertes comme des bras, par Gaston Bachelard 

Back Swan, la poussée du féminin, par Hélène Godefroy 

Un cygne d'autrefois se souvient, par Stéphane Mallarmé 

Une grâce féline, par Françoise Sagan 

Le rôle d'un quasi-animal, par Julie Kavanah 

Répétitions 

Artistes