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Wednesday, December 18, 2024

L'histoire secrète des Ballets Russes (2002)

L'histoire secrète des Ballets Russes (2002)
Autor: Vladimir Fédorovski

Vladimir Fédorovski foi diplomata e embaixador e conhece muito bem as culturas russa e francesa. Escreveu muitos livros sobre grandes figuras russas, como esta Histoire secrète des Ballets Russes, centrada no grande Serge Diaghilev. Os Ballets Russes criaram a dança moderna e formaram não só o gosto como os bailarinos que depois do fim da companhia iriam elevar o nível da dança clássica e moderna em vários países. Quando os Ballets Russes surgiram em Paris no início do século 20, a dança clássica tinha atingido um nível de excelência (com as obras-primas de Petipa e Tchaikovsky) que não poderia ser aperfeiçoado. Teria de evoluir para outras formas e foi isso que Diaghilev fez com a aposta não só nos bailarinos e nos coreógrafos de formação russa, como também nos compositores (Stravinsky, mas também Debussy, Satie entre outros) e nos artistas plásticos (Bakst, Picasso...). Diaghilev rodeou-se de muitos génios, incluindo a mecenas Coco Chanel, e dominou a cena da dança nas três décadas em que existiu, fazendo sombra à própria Opéra de Paris, berço do ballet. Aliás,  foi Serge Lifar, um dos protegidos de Diaghilev, quem deu novo brilho à Opéra, como bailarino, coreógrafo e diretor da instituição durante mais de 20 anos. O livro de Fédorovski não implicou grande investigação mas sim o seu conhecimento em primeira mão de muitas histórias dos protagonistas dos Ballets Russes, por ter convivido com alguns deles. Vila do Conde 08.2020: 4/5

Tuesday, July 9, 2024

LA BELLE AU BOIS DORMANT (1890)

A OBRA (Marius Petipa, 1890)


O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)

Ballet de l'Opéra de Paris VISTO Paris 07.04.2025 Opéra Bastille


O ESPETÁCULO (2020)

Quase sempre dou nota máxima aos espetáculos de ballet que recuperam os grandes clássicos. A Bela Adormecida é um desses grandes clássicos, com coreografia original de Marius Petipa (1890), atualizada por Frederick Ashton, Anthony Dowell e Christopher Wheeldon e música de Tchaikovski. Vi a transmissão em direto no cinema Publicis (Paris) de uma representação a decorrer no Covent Garden (Londres). A produção retoma a clássica produção (1946) de Ninette de Valois e Nicholas Sergeyev que inaugurou o Covent Garden no pós-guerra. Atuaram ontem Fumi Kaneko (Pricesse Aurora) e Federico Bonelli (Prince Florimond). Paris, janeiro de 2020, cinema Publicis/Covent Garden 5/5

O ESPETÁCULO (Bastille, 2016)
 
Quando vejo um ballet com música de Tchaikovski, estão garantidos dois espetáculos: o que vem do fosso da orquestra e o que vemos no palco. Ambos são gratificantes. La Belle au Bois dormant é um clássico absoluto do Ballet, com coreografia original de Marius Petipa (1890). Esta coreografia foi revista há pouco por Alexei Ratmansky para o American Ballet Theatre, que se apresentou na Opéra de Bastille em setembro de 2016.



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