Showing posts with label Kenneth MACMILLAN. Show all posts
Showing posts with label Kenneth MACMILLAN. Show all posts

Thursday, July 17, 2025

McGregor Wheeldon MacMillan (ROH, 2023)

Wayne McGregor. Untitled, 2023

Christopher Wheeldon. Corybantic Games (2008)

Kenneth MacMilan. Anastasia III Act (1971)

Londres 06.2023 Covent Garden

MacMillan, Ashton & Noureef (ROH, 2019)

Concerto (Kenneth MacMillan, 1966)

Enigma Variatons (Frederick Ashton, 1968)
Raymonda, 3°acto (Rudolf Noureef, 1983)

Um triple bill de sonho. Três coreógrafos que marcaram a segunda metade do século 20 com o seu trabalho realizado para as grandes companhias de ballet. Três peças que os representam bem e são cássicos em si. Gostei especialmente de conhecer Enigma Variations, um belo retrato de Elgar (o autor da música) e da sua família. Foi criado pelo London Royal Ballet. Concerto (1966), foi criado pelo Berliner Ballett em 1966 na Deutsche Oper (Berlin), com coreografia de Kenneth MacMillan e música de Chostakovitch. Por fim Raymonda, revista por Rudolf Noureef em 1983 para o Ballet de l'Opéra de Paris. Londres 11.2019 Covent Garden 4,5/5

Wednesday, October 2, 2024

L'Histoire de Manon ou Manon (Kenneth MacMillan, 1974)

O ESPETÁCULO (Garnier, 2023)

Paris 06.2023 Palais Garnier 5/5

Brilhante espetáculo de Kenneth MacMillan sobre a heroína do século 18 francês. 

O ESPETÁCULO (Covent Garden, 2019)

 
Tudo começou em 1731, quando foi publicado o romance Manon Lescaut, de Abbé Prévost, um clássico que nunca saiu dos escaparates e nunca perdeu o interesse do público, inclusive de grandes nomes da arte europeia. No século seguinte o romance inspirou duas óperas que ficaram para a história: Manon (Massenet, 1884) e Manon Lescaut (Puccini). No século 20 foi o coreógrafo do Royal Ballet de Londres, Kenneth MacMillan, que se interessou por Manon e fez a sua versão da história (L'Histoire de Manon, em certos países, ou Manon, em Inglaterra, onde foi criada em 1974). Pois o bailado de MacMillan é absolutamente maravilhoso, o melhor espetáculo que vi nesta passagem por Londres. Na noite em que o vi os bailarinos foram Akane Takada (Manon), Alexander Campbell (Des Grieux), James Hay (Lescaut). A direção coube a Koen Kessels. Londres 11.2019 ROH 5/5

Tuesday, July 9, 2024

ROMEO AND JULIET (1965)

Matthew Bourne's Romeo and Juliet
Paris 2024 mars Théâtre du Châtelet 4/5
 
Vi este Romeo and Juliet de Kenneth MacMillan há quatro anos, no cinema. Agora vi-o no Covent Garden, onde esta coreografia já clássica foi criada, em 1965. Não me canso de admirar a música de Prokofiev, que no fundo é o que tem inspirado tantos coreógrafos e bailarinos... Londres, junho de 2019 ROH 5/5

Só para ouvir a maravilhosa peça de Prokofiev já vale a pena ir ver o bailado Roméo et Juliette, mas depois há a arte dos bailarinos da Opéra de Paris e a coreografia consagrada de Rudolf Noureev, criada na mesma Opéra em 1984. A representação a que assisti foi a 144a desde a sua criação! Paris 04.2016 5/5

Ontem pude assistir ao ballet Romeo and Juliet, com música de Sergueï Prokofiev (1935), coreografado por Kenneth MacMillan em 1965 para o Royal Ballet. Faz 50 anos portanto que foi criado no Royal Opera House, Covent Garden, com Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev como protagonistas. Volta e meia o Convent Garden repõe esta famosa criação que, pelo menos no Reino Unido e nos EUA, é mais popular do que a produção de referência, com coreografia de Leonid Lavrovski (Kirov, 1940).
Já conhecia bem a música de Sergueï Prokofiev, uma das grandes obras musicais de ballet do século passado, mas ignorava que tantos coreógrafos quiseram deixar a sua marca num ballet consagrado pelo russo Lavroski: Kenneth MacMillan, Rudolf Nureyev, John Cankro, John Neumeier, Frederick Ashton, Angelin Preljocaj, entre outros. Impressionante.
MacMillan assinou uma das melhores coreografias de Romeo and Juliet. Insere-se na tradição do ballet clássico mas tem vários elementos modernos, atingindo um equilíbrio notável entre as duas tendências contrárias. Vi a transmissão em direto do Covent Garden no cinema Publicis (Champs-Elysées): a realização apenas pecou por ter demasiados grandes planos. Um pormenor insignificante face a tanta beleza no palco e no ecrã. Paris 09.2015 Publicis 5/5