Vi este Romeo and Juliet de Kenneth MacMillan há quatro anos, no cinema. Agora vi-o no Covent Garden, onde esta coreografia já clássica foi criada, em 1965. Não me canso de admirar a música de Prokofiev, que no fundo é o que tem inspirado tantos coreógrafos e bailarinos... Londres, junho de 2019 ROH 5/5
Só para ouvir a maravilhosa peça de Prokofiev já vale a pena ir ver o bailado Roméo et Juliette, mas depois há a arte dos bailarinos da Opéra de Paris e a coreografia consagrada de Rudolf Noureev, criada na mesma Opéra em 1984. A representação a que assisti foi a 144a desde a sua criação! Paris 04.2016 5/5
Ontem pude assistir ao ballet Romeo and Juliet, com música de Sergueï Prokofiev (1935), coreografado por Kenneth MacMillan em 1965 para o Royal Ballet. Faz 50 anos portanto que foi criado no Royal Opera House, Covent Garden, com Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev como protagonistas. Volta e meia o Convent Garden repõe esta famosa criação que, pelo menos no Reino Unido e nos EUA, é mais popular do que a produção de referência, com coreografia de Leonid Lavrovski (Kirov, 1940).
Já conhecia bem a música de Sergueï Prokofiev, uma das grandes obras musicais de ballet do século passado, mas ignorava que tantos coreógrafos quiseram deixar a sua marca num ballet consagrado pelo russo Lavroski: Kenneth MacMillan, Rudolf Nureyev, John Cankro, John Neumeier, Frederick Ashton, Angelin Preljocaj, entre outros. Impressionante.
MacMillan assinou uma das melhores coreografias de Romeo and Juliet. Insere-se na tradição do ballet clássico mas tem vários elementos modernos, atingindo um equilíbrio notável entre as duas tendências contrárias. Vi a transmissão em direto do Covent Garden no cinema Publicis (Champs-Elysées): a realização apenas pecou por ter demasiados grandes planos. Um pormenor insignificante face a tanta beleza no palco e no ecrã. Paris 09.2015 Publicis 5/5




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