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Thursday, July 25, 2024

Ratmansky Balanchine Robbins Peck (2016)

 
O recente programa de dança da Opera de Paris é marcado pela sobriedade. Nada de peças narrativas, nem adereços nem cenários. Apenas um piano sobre o palco para a interpretação das obras de Scarlatti, Chopin, Stravinsky e Glass. A primeira parte representa a dança do século XX devedora do Romantismo clássico. Seven Sonatas (2009), com coreografia de Alexei Ratmansky, e Other Dances (1976), coreografado por Jerome Robbins, apresentam casais que dançam juntos ou a solo exprimindo acima de tudo o amor. No fundo são coreografias marcadas pela graciosidade e rêverie que vêm desde Giselle e que continuam a inspirar coreógrafos, bailarinos e... público. Na segunda parte, a música do século XX (Stravinsky e Glass) inspirou coreografias de George Balanchine (Duo Concertant, 1972) e Justin Peck (In Creases, 2012) que não buscam necessariamente uma beleza clássica do movimento, introduzindo elementos de humor e de teatro e momentos em que o grupo e não o casal é o centro da ação. O fã de ballet sai consolado de uma soirée destas. Paris 03.2016 Palais Garnier 5/5

Tuesday, July 9, 2024

Hommage à Jerome Robbins (2018)

Glass Pieces (1983), música de Philip Glass
Esta homenagem a Jerome Robbins apresenta quatro peças coreografadas no início (Fancy Free, 1944) e no fim (A Suite of Dances, 1994) da sua carreira. Mas foram as duas últimas obras apresentadas, L'après-midi d'un faune (1953) e Glass Pieces (1983), que mais me entusiasmaram. Sobretudo Glass Pieces, muito por causa da incrível música de Philip Glass. Paris, novembro 2018 Ballet da Opéra de Paris, Palais Garnier 4/5
L'après-midi d'un faune (1953), música de Debussy

Fancy Free (1944), música de Leonard Bernstein

A Suite of Dances (1994), música de Bach