Tuesday, July 22, 2025

Mats Ek (Théâtre Garnier, 2019)

Bolero (2019, criação)

Carmen (1992)
Um espetáculo marcante com duas criações: Another Place (com Aurélie Dupont) e Bolero, com música de Ravel claro. Paris 06.2019 Palais Garnier 4,5/5

DVDteca Quebra-Nozes

The Nutcracker (Peter Wright) 
DVDTECA

Les Enfants d'Isadora (Damien Manivel, 2019)

Um daqueles raros filmes que não consegui ver até ao fim. Um tédio absoluto sobre um tema que me interessava à partida: um solo de Isadora Duncan inspirado pela morte dos filhos é recriado por quatro mulheres de hoje. Paris 11.2019 Beaubourg 1/5

Tes yeux entendaient la musique (Marie-Astrid le Theule, 2021)

Tes yeux entendaient la musique (Marie-Astrid le Theule, 2021)
Paris 06.2022 L'Archipel

 

Maurice Béjart (2023)

L'Oiseau de feu (1970)

Le Chant du Compagnon errant (1971)

Boléro (1961)

Maurice Béjart
Paris, maio de 2023 Bastille 5/5

Sadeh21 (2011)


Dança Ballet de l'Opéra de Paris
Paris 03.2024 Opéra de Paris Garnier

Resilient Man (2022)

Documentário de Stéphane Carrel
Paris 05.2024 Lucernaire 3.5/5

Swingin'at the Savoy (1996)

Swingin'at the Savoy (1996)
Memórias de Norma Miller
Temple University Press 1996
BIBLIOTECA

Le Langage de la Danse Classique (2012)

Le Langage de la Danse Classique (2012)
Autoria: Flavia Pappacena
Gremese 2012
BIBLIOTECA

Original: Il linguaggio della danza classica - 
Guida all'interpretazione delle fonti iconografiche (2012)


The Dante Project (McGregor, 2023)

Programa de The Dante Project
ONP maio de 2023
BIBLIOTECA
Leitura 2023 Paris 5/5

Signes (Carolyn Carlson, 1997)

Signes (Carolyn Carlson, 1997) 
Programme Opéra de Paris, juillet 2013
BIBLIOTECA

Leitura Paris junho de 2023

Maurice Béjart (ONP, 2023)

MAURICE BÉJART (2023)
Programme ONP mai 2023
Leituras 2023 Paris
BIBLIOTECA

Corps Glorieux (Dominique Delouche, 2003)

Corps Glorieux (2003)
Autor: Dominique Delouche
La Renaissance du Livre, 2003
BIBLIOTECA

Nijinsky. Sa vie, son geste, sa pensée (2006)

Nijinsky. Sa vie, son geste, sa pensée (2006)
Autor: Guillaume de SARDES
Hermann Éditeurs, 2006
BIBLIOTECA

La Danse (Jean-Pierre Pastori, 1997)

Découvertes Gallimard
Edição revista 2005
Découvertes Gallimard
Edição original 1997

A Companhia Nacional de Bailado (Mónica Guerreira, 2017)

Imprensa Nacional 2017
BIBLIOTECA

Temps Liés avec Noureev (Roland Petit, 1998)

BIBLIOTECA
Leitura 2023 - 2.5/5

Conversations avec Balanchine (1985)

L'arche 1998
BIBLIOTECA

Joyaux: Emeraudes, Rubis, Diamants (George Balanchine)


Um espetáculo sumptuoso. Um tríptico dedicado às Joias: Esmeraldas, Rubis, Diamantes. Ao som, respetivamente, de Fauré, Stravinsky, Tchaikovsky. Coreografia de George Balanchine e figurinos de Christian Lacroix. Paris 09.2017 Palais Garnier 5/5

Ashton Eyal Nijinsky







Paris 06.2022 Palais Garnier

Le rêve d'une nuit d'été (Balanchine, 1962)

Ballet de l'Opéra de Paris
Paris 06.2022 Opéra de Paris Bastille

Billy Elliott (Stephen Daldry, 2000)

BILLY ELLIOTT (2000)
A estreia na realização de Stephen Daldry é até hoje o seu melhor e mais famoso filme. Billy Elliot articula com felicidade o filme social, o drama e a comédia num registo próximo dos filmes-variante da história de Cinderela. Um jovem de 11 anos (Jamie Bell), filho e irmão de mineiros (ocupados nas grandes greves dos anos 80), deixa os treinos de boxe e mete-se nas aulas de ballet. Só o seu talento e determinação, assim como o incentivo da professora (Julie Walters), vão permitir ao jovem Billy dobrar a resistência do pai (Gary Lewis) e entrar para a Royal Ballet School. O filme foi nomeado para muitos prémios em 2001, tendo recebido o BAFTA para melhor filme britânico do ano. A título pessoal foi Julie Walters quem mais beneficiou: ganhou o BAFTA para best actress in a supporting role e foi nomeada ao Golden Globe e ao Oscar, entre outros. Porto (Nun' Álvares) & Paris 04.2019 Le Nouvel Odéon 3,5/5

Frederick Ashton

Rhapsodie
Hoje assisti a um programa de ballet  dedicado a Frederick Ashton, o coreógrafo fundador da companhia nacional de ballet inglesa. Compunham o programa dois ballets: Rhapsodie (1980) e Les Deux Pigeons (1961). O primeiro foi tão impressionante que mereceu muitos aplausos mesmo dos espetadores que estavam na sala a assistir à transmissão em direto a partir de Covent Garden. O par protagonista, o australiano Steven McRae e a russa Natalia Osipova, era qualquer coisa de excecional, sobretudo McRae, que assumia um papel difícil criado por Mikhail Barychnikov. A peça coreográfica não-narrativa Rhapsodie baseia-se numa peça musical bem conhecida de Rachmaninof, "Rhapsodie sobre um tema de Paganini". Poesia e leveza caracterizaram esta deliciosa obra de Ashton. Igualmente merecedora de elogios, Les Deux Pigeons baseia-se numa peça musical de André Messager e há mais de 30 anos que não era vista pelos londrinos. Conta a história de um par de namorados separados quando o rapaz é seduzido por uma cigana e se junta ao grupo desta. A soirée foi inesquecível sobretudo pela peça Rhapsodie, que espero um dia ver interpretada por Mikhail Barychnikov (existirá gravação da criação?). Paris 9/10
Les Deux Pigeons

FRANKENSTEIN (Liam Scarlett, 2016)

Frankenstein chega agora (pela primeira vez?) ao ballet. O jovem coreógrafo da Royal Opera House (Londres), Liam Scarlett, assina um grande ballet partindo do clássico de Mary Shelley. A partitura musical feita para esta coreografia é de Lowell Lieberbann e a produção coube ao The Royal Ballet e ao San Francisco Ballet. Liam Scarlett utiliza com talento e com um sentido narrativo notável o essencial do vocabulário coreográfico neoclássico. É muito fácil acompanhar a história de Victor Frankenstein (o cientista) e da sua criatura apenas através do movimento. Talvez esta peça não se torne num clássico como os seus responsáveis desejam, mas não há dúvida de que corresponde ao que de melhor, mais belo e mais popular se pode hoje ver em termos de criações coreográficas. Londres 05.2016 Covent Garden 4/5

Soirée Balanchine (Opéra de Paris, 2016)

Violin Concerto (1972)
Coreografia de George Balanchine
Música de Igor Stravinsky
Mozartiana (1981)
Coreografia de George Balanchine
Música de Piotr Ilyitch Tchaikovski
Brahms-Schönberg Quartet (1966)
Coreografia de George Balanchine
Música de Johannes Brahms e Arnold Schönberg

Paris 11.2016 Opéra de Paris - Palais Garnier

Dans les pas de Trisha Brown (Marie-Hélène Rebois, 2017)

Dans les pas de Trisha Brown – Glacial Decoy à l’Opéra (Marie-Hélène Rebois, 2017)
Recentemente uma peça fundamental de Trisha Brown, Glacial Decoy, entrou para o repertório da Opéra de Paris, através da sua interpretação com bailarinas do famoso corpo de ballet. Duas colegas e herdeiras de Brown estiveram na Opéra a dirigir a produção, porque segundo uma delas, não é possível registar ou anotar por escrito os passos da arte de Brown. Grande parte do documentário passa-se nos estúdios de ensaio, só nos últimos minutos é que temos direito a ver excertos da peça na sua forma final. E também vemos o registo vídeo de Glacial Decoy quando foi criado ou logo após ter sido criado, pois o vídeo é o principal suporte de trabalho das transmissoras da coreografia de Brown. Um excelente documentário. Paris 10.2017 Espace Saint-Michel 4/5 

La Dame aux Camélias (John Neumeier, 1978)

La Dame aux Camélias é um ballet narrativo que adapta de forma mais ou menos fiel o célebre romance de Alexandre Dumas Fils de 1848. Narra os amores entre a cortesã Marguerite Gautier e Armand Duval, condenados pela doença da protagonista e pela oposição do pai de Armand, Monsieur Duval. Esta história foi imortalizada por Verdi (La Traviata) e a sua protagonista já teve as feições de Greta Garbo, Sarah Bernhard, Isabelle Huppert e Isabelle Adjani. Em 1978 o coreógrafo John Neumeier resolveu propor a sua versão da Dame aux Camélias. Lançou mão exclusivamente da música de Chopin, orquestral e de piano solo, o que acentua o romantismo delicado e doloroso da história. O ballet resultante é belíssimo, preservando muita da linguagem de base do ballet clássico mas numa coreografia resolutamente moderna. Os duetos são maravilhosos, assim como a cena de grupo dos jovens casais, no campo, no segundo ato. Muito bom 4,5/5
Intérpretes : Laura Becquet (Marguerite), Florian Magnet (Armand Duval) e Andrésy Klemm (Monsieur Duval). Palais Garnier 16/12/2018

Cendrillon (Rudolf Noureev, 1986)

Noureev escolheu o cinema de Hollywood dos anos 30 como fonte de inspiração da sua coreografia de Cendrillon, com música composta por Prokofiev nos anos 40. O tradicional príncipe é um produtor e Cinderela uma aspirante a atriz. Um clássico que gostaria de rever logo. Paris 12.2018 Palais Garnier 4,5/5

Hofesh Shechter

Para mim a admiração do trabalho de Hofesh Shechter começou neste espectáculo. Terei visto uma obra dele? É provável... O Corpo de Ballet de l'Opéra de Paris fez suas duas obras importantes do coreógrafo israelita: Uprising e In Your Rooms. Peças cheias de som e fúria (foram-me dados uns tampões para os ouvidos) que reflectem a vida quotidiana da sua terra, em permanente conflito civil. Excelente. Paris 03.2022 Palais Garnier 4/5

Le Ballet de L'Opéra de Paris (Ivor Guest, 1976)

Le Ballet de L'Opera de Paris (Flammarion, 1976) é uma obra de referência sobre a mais antiga companhia de ballet do mundo. Uma instituição venerável que felizmente está bem ativa. PV 2021 5/5

John Neumeier (Jacqueline Thuilleux, 2010)

JOHN NEUMEIER. Trente ans de ballets à l'Opéra de Paris
BIBLIOTECA

MAYERLING (1978)


O ESPETÁCULO (P. Garnier, 2022)
Paris 11.2022? Palais Garnier

100 Grands Ballets (Alberto Testa, 2008)

ed. Gremese 2008
Leituras Março 2023 N5/5

La Danse. Le Ballet de l' Opera de Paris (Frederick Wiseman, 2009)

La Danse. Le Ballet de l' Opera de Paris
(Frederick WISEMAN, 2009)
Paris 2009 L'Arlequin
DVDTECA

Dominique Delouche: Une Étoile pour l'exemple (1985)

O cinema Mac-Mahon, perto do Arco do Triunfo, dedicou o fim de semana à obra de Dominique Delouche, um realizador que se especializou no documentário sobre dança. Também foram exibidas longas-metragens de ficção mas o que mais me despertou a atenção foi o seu trabalho de documentarista. Apenas pude ver um filme: Une Étoile pour l'exemple (1985), sobre a bailarina Yvette Chauviré. O documentário é exemplar. Quando foi filmada, Yvette dedicava-se a passar para a nova geração de bailarinas a tradição que ela mesmo recebeu e reinterpretou. Assistimos então ao paciente trabalho da formação prática das novas estrelas do bailado (na carreira dos bailarinos na Opéra de Paris, étoile é o posto superior). Paris 10/2015 4/5

The Tame of The Shrew (Jean-Christophe Maillot, 2014)

The Tame of The Shrew (1592), de Shakespeare, já mereceu pelo menos uma adaptação para ballet de John Cranko (1969). Recentemente (2014) Jean-Christophe Maillot criou uma nova coreografia para esta história, com música de Chostakovitch, para a companhia de Bolshoi. As grandes casas de ópera privilegiam de facto um estilo coreográfico entre o ballet clássico e a dança moderna, que se mostra apropriado aos ballets narrativos como este. A música de Chostakovich resultou da colagem de excertos de cerca de 20 composições diferentes do compositor russo mas o todo tem uma unidade notável. Esta criação, que pude ver em direto do Bolshoi no cinema Gaumont Opéra, é uma das melhores que já vi. Tudo é notável, em especial os bailarinos russos e a coreografia de Maillot, sempre inventiva e com humor. Não há dúvida de que gostaria de rever esta produção. Paris 01.2016 5/5

German Kral: Ultimo tango (2016)

Um documentário argentino-alemão (produzido por Wim Wenders) sobre o casal de dançarinos mais célebre do tango. Maria Nieves e Juan Copes dançaram juntos durante décadas, mesmo depois de terem desfeito a sua amizade. O melhor do filme é quando podemos ver os protagonistas em imagens de arquivo ou no presente, já octogenários. Paris 05.2016 3/5